quinta-feira, 26 de abril de 2007

Até no sebo!

Eis que estava eu, em minha hora de almoço, dando uma passadela por um dos muitos sebos aqui do centro com um amigo meu. Ao vasculhar as raridades entre as revistas de quadrinhos, adivinhem só o que eu encontro!

Evento de Entrega do 23º Prêmio Ângelo Agostini - São Paulo - 10/02/2007

Mais um evento de quadrinhos em São Paulo. Mais uma jornada de aventuras nessa vida de quadrinhista independente.
Saí de Curitiba às 16:10, empolgado com a nova empreitada, apesar de ter esquecido que, da outra vez (Fest Comix) havia prometido a mim mesmo que jamais tornaria a pegar um ônibus convencional novamente em minha vida. Logo me lembrei do porquê da promessa ao ter de agüentar, no maior trecho da viagem, duas crianças fazendo a maior zona dentro do ônibus e o inconfundível cheiro de “asa” de um sujeito que insistia em passar pra lá e pra cá a todo instante. Quando ele passou por mim pela primeira vez eu rezei em todas as religiões possíveis: “Não sente ao meu lado, não sente ao meu lado, não sente ao meu lado, não sente ao meu lado...”. Graças a Deus ou alguma outra entidade que deveria estar de bom humor naquele instante, minhas preces foram atendidas e acabei não tendo nenhuma companhia impertinente ao meu lado pelo resto da viagem.
Muito bem. Cheguei no Tietê às 10 da noite. É impressionante como o ônibus demora mais pra chegar ao terminal rodoviário do que na própria São Paulo. Eu ainda formularei uma tese que explicará como São Paulo foi construída numa dobra do espaço-tempo. Ok, não vem ao caso. Encontrei meu grande amigo Cadu Simões naquela revistaria que tem lá no Tietê e que esqueci o nome. Quer lugar mais nerd pra marcar um encontro de quadrinistas no Tietê? Depois de dois metrôs e um trem, chegamos na famosa Osasco City, lar do super-herói mais sério de todos os tempos, criação do Cadu: o famigerado Homem-Grilo. O Cadu gentilmente ofereceu-me hospedagem de sexta para sábado (mentira, eu que me convidei pra dormir na casa dele) e tivemos um bate-papo divertido com o pai dele sobre os bons tempos do futebol lá em São Paulo. Histórias que certamente rendem bons quadrinhos, mas deixemos isso para outra ocasião.
No sábado pela manhã, dia 10 de fevereiro, partimos cedo até o SENAC da Lapa Scipião, chegando lá por volta das 11 da manhã, quase uma hora antes do evento começar, o que nos permitiu nos organizarmos com antecedência. Aproveito para agradecer ao Cleber e ao Worney pela atenção e pelo espaço que nos forneceram para colocar à venda nossas revistas. O Cadu é praticamente uma editora ambulante e tirou da bolsa não apenas seus exemplares do Garagem Hermética # 01 e # 02 (este último, recém saído do forno), mas também diversos fanzines e revistas independentes de cada canto do país. Acabamos improvisando uma mesa do tamanho daquela usada por Cristo na Última Ceia e partilhamos nosso “pão e vinho”... para cada um que chegava lá para vender seu exemplar independente, já arrumávamos um espaço para colocarem à venda ali na mesa. Teve até espaço para colocarmos os jornais do Bira Dantas e sua homenagem ao Ely Barbosa, além de outros tantos zines de cortesia e panfletos de divulgação que eram fornecidos ao público. O pessoal da Cão gentilmente forneceu sacos de amendoim a cada um que pegava um panfleto deles falando da revista. Se bem que tinha uns que pegava o amendoim sem ler o panfleto, mas tudo bem, não vem ao caso.
No final das contas, a mesa estava forrada de tudo quanto era tipo de publicação. Estava parecendo coisa de editora grande, coisa linda de se ver! E tínhamos até cadeiras para sentar e gaveta para separarmos o troco! Que evolução desde a Fest Comix, hein?
O povo logo foi chegando e as vendas começaram. E iam muito bem, obrigado. Tão logo as palestras começaram, me chamaram para comparecer no auditório... e, pasmem, para participar da mesa redonda! Certamente os organizadores não sabiam o que estavam fazendo, deviam ter cometido algum engano, mas eu é que não ia deixar passar essa oportunidade de falar da Quadrinhópole pra todo mundo.
Sentei lá ao lado do Will e do Marcos Venceslau (do Subterrâneo), do já conhecido Cadu, do José Sales (da SM Editora), e do Daniel Vardi (do Toninho do Diabo), que foi quem administrou a mesa e impediu que todos lá se matassem. Foi tudo muito rápido lá, mas foi muito legal poder discutir esse negócio de “quadrinho independente” com o público e com os colegas que também estão na mesma luta que a gente. Mais uma vez, agradeço aos organizadores pelo espaço.
Voltamos à nossa mesa da “Santa Ceia” e tornamos a vender, enquanto seguiam-se as palestras e a premiação dos artistas. Depois acertamos as contas com todos aqueles que haviam deixado seu material lá (demos o calote em todo mundo, claro) e, como era de se esperar, fomos torrar o dinheiro das vendas no bar (por isso, não estranhem a demora em sair a terceira edição).
Como eu iria voltar de ônibus Executivo no mesmo dia e já estava cansado, pensei comigo “vou tomar todas, que assim eu capoto no ônibus e vou dormindo de São Paulo até Curitiba”. Dito e feito. Depois da ida no bar com o pessoal do Garagem, do Cão e com a mítica figura do Daniel Esteves e sua respectiva, dirigi meu corpo até o Tietê para embarcar na jornada de volta. Partida: 23:59h.
Por volta das duas horas da manhã, eu num sono ferrado conforme o previsto, acordo com o súbito barulho de vidro sendo estilhaçado. Me sobressaltei, claro, enquanto meus pensamentos explodiam em minha mente: “Pronto, morri! Bateram na gente e estamos caindo um barranco! Vamos todos morrer! Ah, meu Deus, me tira dessa, por favor! Eu nem fiquei famoso ainda! Eu ainda tenho que assistir Homem-Aranha 3 e ganhar pelo menos um HQ Mix na minha vida! Me tira dessa que eu nunca mais falo mal dos ônibus convencionais!!!!”. Passado o susto inicial, percebi que não estávamos caindo num barranco, mas sim, diminuindo a velocidade para parar no acostamento. Acendi a luz sobre mim e perguntei se estavam todos bem, ao que a mulher atrás de mim (ela estava sentada ao fundo do ônibus, sendo eu, o penúltimo) gritou dizendo que a janela ao lado dela havia se quebrado. E realmente, havia cacos de vidro sobre ela e sua filha, mas que felizmente, não causaram nenhum arranhão. Aparentemente, um caminhão, que vinha na pista contrária à nossa, acabou fechando o ônibus e bateu na traseira, o que causou a quebra do vidro e de tudo mais no fundo do ônibus, impossibilitando nossa viagem de continuar. Depois disso, seguiu-se o transtorno de esperar a polícia chegar, nos escoltar até o posto rodoviário mais próximo e aguardar outro ônibus chegar para trocarmos de veículo, o que resultou num atraso de 3 horas na viagem.
Viram, meninos e meninas? Vida de quadrinhista independente não é fácil, não. Cada viagem para vender mais é uma nova aventura. Por isso, quando me perguntam o que eu aconselho para quem está começando, minha resposta é sempre a mesma: “Não comece. Você vai ter stress, vai ter prejuízo, vai correr risco de vida e se ousar ficar famoso, as grandes corporações irão esmagá-lo. Pegue esse dinheiro e gaste na zona, vá viajar, vá ao cinema com a namorada, aproveite a vida. Faça qualquer coisa, menos publicar quadrinho independente. Isso é para anormais que têm algum tipo de distúrbio psicótico em sua personalidade.”
Ah, eu sei que a batida do caminhão foi um atentado contra a minha vida, organizado em conjunto pelas grandes editoras, que sabem que nós, independentes, representamos ameaça. Vocês falharam!!! Hah, hah, hah, hah!!!
E mais uma vez, obrigado ao Cadu Simões e ao pai dele por me aguentarem!





















































Fotos por Tiago Souza

Show de Lançamento da Segunda Edição - Curitiba - 16/12/2006

O dia estava insuportável de tão quente. Com certeza, havia coisas melhores para fazer naquele sábado do dia 16 de Dezembro de 2006. Mesmo assim, a casa encheu para ver as 6 bandas que precederam a atração principal. Quando os Garotos Podres subiram no palco, a galera foi ao delírio. E mais ainda quando Mao, o vocalista da banda, pegou uma Quadrinhópole lá no palco e elogiou nosso trabalho antes de soltar a música da noite. Suas palavras foram mais ou menos assim:

"Estamos aqui hoje por causa desse pessoal aqui, da Quadrinhópole. Uns caras gente fina, que têm a moral de fazer uma publicação independente nesse país de MERDA e ainda fazer um negócio decente!"
O evento também valeu por concedermos entrevista ao programa Plug! Da RPC (Rede Globo Paranaense) e, claro, pela divulgação da revista. O pessoal saiu falando muito bem de tudo... do evento, do show e dos quadrinhos. Teve até gente que nos agradeceu por termos trazido os Garotos de volta a Curitiba!
Nessas horas que vale todo nosso suor. É por isso que, daqui pra frente, temos a idéia de fazer interações com todo tipo de arte. A próxima "vítima" é o teatro... aguardem e verão!Um relato melhor do show em si pode ser conferido aqui, de onde também foram tiradas as fotos:









































11ª Fest Comix - Colégio Marista em São Paulo - 02 a 05/11/2006

1º Dia - quinta-feira.
Havíamos partido de Curitiba às 23:15h, somente eu e meu sócio, André Caliman. Como se sabe, em ônibus convencional, não se dorme, se cochila. Por isso, chegamos moídos em São Paulo e ainda corremos atrás de táxi para nos levar a nosso destino, a casa da tia do André, Eva (que por sinal, é gente finíssima). O motorista do táxi contou que havia ido para São Paulo há 30 anos para passear. Estava passeando até hoje.



Acordamos a Eva antes das 5 da manhã. Obviamente que a coitada não sabia no que estava se metendo quando concordou em hospedar dois nerds malditos. Chegamos, tomamos café e já saímos para o Colégio Marista, onde se daria a Fest Comix. Descobrimos que uma camiseta com o nome da nossa revista abre portas. Literalmente. Assistimos à preparação inicial dos caras da Comix e acertamos alguns outros detalhes, depois fomos para a entrada começar a vender. Quinta, para a nossa sorte (nunca pensei que fosse dizer isso um dia) foi o dia que teve a maior fila. Às 9 da manhã já haviam nerds desgraçados esperando para entrar. Vendemos alguns e, enquanto eu descobria que o pessoal não saía pelo mesmo lugar por onde entravam, o André voltou pra casa para pegar uma mesinha providencial. Ficamos na saída o resto do dia, ora debaixo de chuva, ora debaixo de Sol. Encontramos o Cadu Simões, do Garagem Hermética, e fizemos uma parceria com o cara. Gente fina, também.

Na hora do almoço, um tio do André apareceu por lá com um lanche, o qual apreciamos desesperadamente. Não muito tempo depois veio o pessoal da Quadrim: Márcio Sampayo, Raul Kuk, Ana Carolina, Luís Garavello, André Faccas, Ricardo Sorvillo e esposa, Leandro Laurentino. Tive de forçá-los a comprar a revista, sob ameaça de verem mais fics minhas publicadas lá no site deles.

Mais para o final da tarde, caiu uma chuva torrencial e nos abrigamos debaixo do toldo de uma banca na esquina. Continuamos vendendo! Depois disso, foi a nossa vez de entrar na Fest e torrar nosso dinheiro nerd. Encontramos o Marko Ajdaric do Neorama, mas quando fomos conversar com ele, o bicho tinha se teleportado.

Passagem do dia:

- Ô, cara, chega aí pra dar uma olhada nas nossas revistas!
-
Tem Lobo aí?

- Não, tem coisa melhor!!!

- Impossível!!! – Respondeu o indivíduo, já correndo para fugir da chuva.




































































































































2º Dia - sexta-feira


Uma boa noite de sono faz milagres. Revigorados, saímos dispostos a superar as vendas do dia anterior. Na metade do caminho, lembramos da mesinha para colocar as revistas. O André voltou para pegar e eu segui em frente para não perdermos tempo. Não adiantou muito, já que a fila estava consideravelmente menor. Sexta foi o dia de menor movimento, já que era dia útil. Ainda assim, vendemos proporcionalmente mais na fila do que no dia anterior. De tarde, meu grande amigo Juliano, também da Quadrim, apareceu com a esposa, mas infelizmente estavam com pressa e não pudemos conversar muito.


Não muito depois, saímos para almoçar e aproveitamos que as vendas estavam baixas para resolver outras coisas. Passamos na Comix para deixar algumas revistas lá, depois fomos para outro compromisso. Em seguida fomos ao Ibirapuera, onde estava tendo a bienal de arte, por sinal, bem interessante. Voltamos a pé até a Av. Paulista (a essa altura, já não sentíamos mais as próprias pernas) e paramos num bar para revigorarmos nossas forças. Chegamos em casa e capotamos.


Passagem do dia:


- Podem ir lá que está cheio de mulherada gostosa. E é bom que elas comem a nossa pizza! – (Dita por um pizzaiolo).












































































































3º Dia – Sábado



Finalmente, o tempo abriu, prenunciando o dia de melhores vendas. Na fila e até metade da manhã, não rendeu muito, mas depois, foi melhorando gradualmente. Reencontramos o Cadu e retomamos a parceria com o Garagem. Nossa primeira venda, estávamos os três descansando, sentados no meio fio, de costas para a mesinha com as revistas, quando um casal passou para comprá-las! Otimistas, nos levantamos e nos pusemos a trabalhar. Até na janela do ônibus ofereci a revista!
T
ambém fizemos parceria com os três fanzineiros do “Fio Fó” – Caio, André e Rodrigo – e ficamos todos lá, vendendo do jeito que dava. Alguns dos fanzineiros começaram a apelar e a fazer streap tease no meio da calçada. Nós já começamos a dizer que nossa revista tinha um conto pornográfico inédito escrito pelo Stan Lee, ou que era mangá. Também nos ocorreu dizer que era um projeto novo da Marvel com material inédito do Jack Kirby, mas acho que aí já era apelação demais.
Às 16 horas, tivemos de entrar porque tínhamos uma entrevista marcada com o Pedro Bahia, entre a mesa redonda com os artistas nacionais e a palestra do Moon e do Bá. O André apavorou lá na mesa redonda dos caras falando do quadrinho nacional e acabamos vendendo revistas lá dentro do auditório! A entrevista acabou não acontecendo devido à falta de tempo, mas o Pedro, que é outro cara super gente boa, acabou anunciando nossa revista lá no microfone e no telão.
Encontramos o Pablo Casado, um dos colaboradores da revista, lá do Alagoas, e o Zé Oliboni, do Pop Balões, mas infelizmente os dois tiveram de ir embora. Também batemos um papo rápido com o Ivan Reis, que é outro cara gente finíssima (Não, não tem cara só gente boa nesse ramo, tem muito filho da puta, mas demos sorte dessa vez). Logo em seguida, retornamos para a saída para retomar as vendas. Qual não foi nossa surpresa quando vimos gente procurando por nós!!! Animados, vendemos mais um tanto e o Cadu quase esgotou o Garagem Hermética.
Ficamos até o último curió sair de lá. O mais legal foi fazer contatos com o pessoal do ramo. Depois disso, veio a parte mais interessante: fomos pro bar encher a cara junto com o pessoal de quadrinhos! Quer coisa melhor que isso? Estavam presentes: eu, o André, o Cadu, o Luís e a Ana (da Quadrim), o Bira Dantas (provavelmente o cara mais gente boa de toda a Fest Comix), o Daniel Esteves e um casal de amigos do Daniel, além dos três malucos do Fio Fó.
Bebemos ao som das gaitas do Bira e do Caio e das fofocas dos quadrinistas. Eu e a Ana apavoramos os caras do Fio Fó no truco (apesar de eu não me conformar com esse jeito paulista de jogar, colocando umas frescuras no jogo) e ainda vendi uma revista no bar!Passagem do dia:



- Eu queria perguntar pro fã aí que disse que sente orgulho de ver nossos artistas lá fora, se ele sentiria o mesmo orgulho se visse o trabalho deles sendo publicado aqui dentro! – André Caliman.





























4º Dia – Domingo


“E no quarto dia, eles descansaram”.



Sim. Depois de três dias de trabalho intenso e uma ressaca do inferno (esta última diz mais respeito ao André do que a mim, diga-se de passagem), tiramos o dia para descansar. De manhã demos um mergulho na piscina que refrescou até a alma. Não ficamos muito, pois logo tínhamos que almoçar. Reencontramos o Luís e a Ana e almoçamos com as duas tias do André, depois seguimos para a rodoviária. Nos demos ao “luxo” de voltarmos de Executivo, com o gosto de missão cumprida na garganta. E o ônibus era bom mesmo: quando tínhamos frio, caía casaco do bagageiro, quando tínhamos fome, caída comida! Mó legal!



Vendemos de tudo que é jeito:



- Debaixo de Sol escaldante;



- Debaixo de Chuva torrencial;



- De costas para as revistas;



- No bar;



- No auditório, quando da proclamação apaixonada do André;



- Na rodoviária, quando da volta;



Outras Passagens:



- Compra aí nossa revista, é melhor que esse Marvel Millenium aí que você está levando!



- Então... a gente é lá de Curitiba. Sei que você quase não percebeu pelo sotaque...



- Quadrinho independente, cara. Dá uma olhada. Ô, meu, pára aí, dá uma olhada! Dá uma olhada, cara, é oitenta centavos! Quarenta! É de graça! EU PAGO PRA VOCÊ LEVAR!!!



(Duas gostosas se aproximando)



- Ô, Leonardo, oferece a revista aí pra essas duas!



- ... – (Vendo as duas passarem).



- ?!



- Oi. – (Depois que elas passaram).



(Diálogo com os gêmeos)



- E aí, querem comprar nossa revista, incentivar o quadrinho nacional?



- Ah, vocês que são os caras da Quadrinhópole? Legal. Vocês já compraram o nosso?



- ...


















Lançamento - Memorial do Largo da Ordem em Curitiba - 20/10/2006

Sejam bem vindos, todos os nossos leitores! Agora nós temos um blog! Bem, vou começar do começo e vou publicar aqui as fotos do lançamento da edição # 01, de Outubro / 2006. Nós fizemos no Memorial do Largo da Ordem em Curitiba, como um dos eventos em comemoração dos 24 anos da Gibiteca. Teve sessão de autógrafos e até coquetel. As fotos ficaram meio ruinzinhas, mas foi uma boa estréia! Confiram!















































































 
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