sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Estréia Sequestro em Três Buracos

Depois de três post sobre a série, pouco tenho a dizer sobre ela... apenas que ela já está no ar para apreciação! Confiram alguns previews abaixo e, para mais informações, clique aqui.



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Último pôster de Sequestro em Três Buracos

Vocês já conferiram os 4 primeiros pôsteres de nosso novo projeto aqui e aqui. Agora iremos divulgar o último:























Não esqueçam, estréia na próxima sexta!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Guia dos Quadrinhos divulga resultados da pesquisa sobre quadrinhos digitais

Nossos colegas do Guia de Quadrinhos fizeram, recentemente, uma pesquisa para conhecer melhor o público do site e também para tentar saber um pouco mais sobre esse tal de mercado digital, que todo mundo tem falado hoje em dia, mas ninguém ainda tem dados concretos sobre ele.
Claro que o ideal seria fazer uma pesquisa com toda a população de internautas leitores de quadrinhos do país, mas quem não tem cão, caça com gato.





Os resultados foram interessantes: aparentemente, 65% nunca ou raramente baixam scans. Resultado parecido com a pesquisa que eu e meu xará, o Léo Santana, fizemos em 2007 e que pode ser vista aqui. Na ocasião, identificamos que a maior parte realmente não baixa, porém, daqueles que baixam, acabam, de uma forma ou de outra, comprando o quadrinho impresso.
"Mas como assim?", você me pergunta, "A internet está pipocando aí de quadrinho digital, todos os meus amigos lêem scan e minha tia acabou de me dar um ipad de presente de natal...". Calma, pequeno gafanhoto. A coisa não é bem assim. Creio que a maioria ainda prefira o quadrinho impresso, sim, mas 65%, acho um número meio alto, e vou explicar porquê.
Primeiro, como eu disse, se quiséssemos um número representativo do leitor brasileiro de classe média, teríamos que pegar uma amostra desse universo, coisa impossível pra quem não tem verba. Isto posto, cabe salientar que o número representa as opiniões do público DO SITE Guia dos Quadrinhos, um público formado, na maior parte, por colecionadores, segundo números da própria pesquisa. Ora, colecionador não gosta de ler digital mesmo... colecionador gosta de ter quadrinho impresso ali, na mão.
Segundo, a pergunta foi específica referindo-se a SCANS, ou seja, quadrinhos "pirata", o que pode acabar inibindo a resposta da pessoas. "O quê? HQ pirata? Claro que não leio, não". E esse vício não faz só parte da pesquisa do GdQ, não, mas daquela que eu e o Santana fizemos, também.
Tá. Mas e aí, quanto aos quadrinhos legais, publicados na internet? Tem gente que lê? Claro que tem. Tem público pra tudo, até pra música sertaneja, oras. Agora, até termos uma pesquisa feita com critérios científicos, vamos continuar com essa impressão de que a maioria ainda prefere o impresso. Mas "quanto" é essa maioria? 80%? 65%? ou 52%? E será que esse número está aumentando ou diminuindo?
Percebem que o buraco é mais embaixo? Tem que se ter muito cuidado ao analisar esses números. Eu poderia dizer que 90% do público que visitou o estande da Quadrinhópole no FIQ afirmavam gostar de quadrinho digital. Mas lógico, é o público interessado.
Enfim, parabéns ao GdQ pela ótima iniciativa. Acho que o momento é ótimo, nosso mercado está crescendo, tanto o impresso quanto o digital, e precisamos mesmo de números para avaliar que rumo a coisa toda está tomando.

Mais um pouquinho sobre o FIQ...

Depois que terminei as postagens fiquei me lembrando de algumas passagens memoráveis que sempre acontecem nos eventos e já meio que virou tradição dos meus relatos aqui no blog. Então, deleitem-se:

- Moço, por quê aquela moça está sem sutiã? - Menina de 5 anos, sobre esse pôster do Joelson Souza.

- Nossa, que legal. Mas você sabe que isso não seria possível, né? - Menina de 14 anos, sobre o mesmo pôster.
- Sim, eu sei.
- Por quê?
- Porque o homem surgiu milhares de anos depois dos dinossauros.
- Muito bem. É que eu tive prova disso ontem.

- Se você ficar sério vai sair sério - André, falando para um guri de 8 anos enquanto faz a caricatura dele.
- Eu sou sempre sério.

- Não é "bom demais". É "bom DImais". E não é "Nossa senhora". É "Nóssenhora". Uai. - Isabela, no bar, ensinando eu e a Livia a falar mineirês.

- Porra, o André é foda, hein? Tá em BH há 3 dias e já pegou uma mina... - Rafael Fernandes, sobre a Thaís, sem saber que era a namorada do André.

- Nossa, que legal! Vou comprar essa só por causa do nome! Quadrinhópolis! Gostei! - Menina que entrou no estande e comprou a revista sem nem mesmo abrí-la.

- Pô... a Quadrinhópole está rendendo, hein? - Guilherme Kroll, da Balão, ao passar do lado do bar onde estávamos e perceber que eu estava acendendo um charuto.

- No próximo FIQ a gente pega um estande só pro Catitu, o cara é super gente boa.
- Fechou. Hã... mas como vamos comercializar isso?
- A gente cobra pelo direito da pessoa ficar perto dele. - De novo, Rafael.

- Não pode subir no avião com esse banner. - Segurtança do aeroporto, sobre o banner da quadrinhópole.
- Por quê?
- É de madeira, não pode.
- Mas eu vim com ele.
- Nesse aeroporto não pode.
- Mas...
- Não pode.
- #@@#%@#$%#$!!!!!

E agora, fiquem com mais algumas fotinhos:


















segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pós-FIQ e uma breve resenha...

Acordamos às 9 na segunda-feira, véspera de feriado. Acabamos encontrando o André e a Thaís no café da manhã, já que eles estavam no mesmo hotel que nós. Trocamos histórias e logo mais nos despedimos... eles iriam continuar passeando e nós fomos arrumar as coisas para vir embora.
Com sono, subimos para pegar o ônibus que leva ao aeroporto. É bom voltar para casa com a sensação de missão cumprida e gostinho de quero mais.
No geral, foi um ótimo evento e talvez o melhor do ano. Para mim, a melhor edição do FIQ ainda foi a de 2007, mas talvez por ter sido a primeira. Desta vez, o movimento estava violento e tenho certeza de que as vendas foram boas para todo mundo. Tinha muitas coisas legais acontecendo, mas como já disse antes, não consegui acompanhar nada devido ao movimento.
Agora, aqueles errinhos bobos acabam desanimando, como já falei no primeiro post. Somando o que aconteceu comigo e o que ouvi o pessoal comentar, dá pra listar alguns destes errinhos:

- Programação de algumas pessoas não terem saído na Programação Oficial (de "algumas pessoas", leia-se eu e o pessoal da Café Nanquim);
- Nome do meu estande ter saído errado, embora tenha sido corrigido depois;
- Atraso na entrega da tela de projeção, embora tenha dado tempo de projetar com ela desde o
primeiro dia. Mas o ideal era deixar tudo pronto antes do evento começar, correto?
- Montagem dos estandes estava mal acabada. Como disse antes, as prateleiras ficavam caindo;
- Distribuição de senhas para sessões de autógrafos não seguia o programado, começando muitas vezes antes do horário que era divulgado, deixando algumas pessoas injustamente sem conseguir pegá-las. E também não vejo sentido em pegar senha se a fila para autórafo não seguia a mesma ordem das senhas. Mas isso é minha opnião pessoal.

Enfim, ouvi ainda mais alguns errinhos de organização desse tipo, detalhesinhos bobos, que não
deveriam acontecer num festival que já acontece há 14 anos. Tirando isso, reitero que foi tudo ótimo... vendas, divulgação, rever os amigos, fazer novos e participar desse evento que é tão especial. Com certeza, o FIQ ainda é o evento de quadrinhos mais importante do país.
Agradeço ao apoio da Júlia e do Zuriel da organização, sempre muito solícitos, e também da Samara que retweetava meus posts todo dia quando eu postava o relato do dia anterior aqui no blog.
E queria deixar um abraço especial para todo mundo que vi e revi no evento... Fábio, Felipe, Abel, Márcia, Rafael Fernandes, Felipe Nunes, Denis Mello, Matheus Moura, Daniel Esteves, Will, Marcos Venceslau, Mário Cau, Caio Majado, Hugo Nanni, Jozz, Aninha, Guilherme Kroll, Cadu, Laudo, Bira, Catitu, Giorgio, Saravá, Mitie, Yasmin, Lídia Basoli, Simone, Ivan, Felipe, Igor... enfim, todos os grandes amigos que estão juntos nessa nossa luta. Valeu, galera... e até a próxima.
Agora me dêem licença que vou começar a pôr a leitura em dia...


FIQ: 5º e Último Dia

Depois do dia anterior e da semana puxada, não estava com muito mais pique. Ainda bem que a maioria das revistas já estavam esgotadas e as prateleiras meio vazias, pois seria uma loucura continuar atendendo ao público frenético, ainda mais porque, no Domingo, éramos ou eu e a Livia, uma vez que o André e a Thaís optaram por tirar o dia de folga e passear em Ouro Preto.
A impressão que deu era de que tinha mais gente do que no sábado, embora sábado tivesse dado 40 mil e no domingo, 30 mil pessoas. Aproveitei esse dia para passar nos estandes e fazer a "limpa".
Comprei dois títulos da Zarabatana que estavam em promoção e torrei quase 200 paus em publicações independentes dos outros estandes. Saí de lá com uma pilha enorme... realmente, estamos num momento muito bacana do quadrinho nacional.
O que me faz pensar nos rumos que o Quarto Mundo deveria tomar... o movimento ainda é importante, mas um estande só para aquele monte de títulos às vezes acaba fazendo com que um anule o outro.
Talvez numa próxima edição pegar dois estandes e dividir os títulos, para que eles ganhem maior visibilidade.
Mas enfim... mesmo estando mais numas de "ficar de boa" no domingo, não consegui ver as exposições com calma. Fiz vários contatos, conheci gente nova e também tinha que ficar atendendo e continuando a cadastrar o pessoal interessado no site. Isso foi outra coisa bacana... já deu pra quase atingir a marca de 500 usuários.
A maioria do pessoal ficou bem impressionada com o site, recebemos vários elogios e o mais legal
também foi conhecer novos autores interessados em publicar, todos muito bacanas... não vou conseguir lembrar os nomes de todos, mas fiquem ligados no site que logo mais terá coisa nova vindo aí.
Enfim, a Livia foi almoçar, fiquei ainda um pouco no estande vendendo o restante do que tinha nas prateleiras e quando ela voltou fiz questão de separar uma edição da Quadrinhópole # 8 e uma do Práticas de Escrita para doar para a Gibiteca. Havia me comprometido com eles de que doaria o que sobrasse do estoque, mas se não tivesse separado essas duas, não sobraria nada. O pessoal lá é muito gente fina e merecem o apoio da gente que é do "mercado" para continuar o trabalho bacana que eles desenvolvem.
Mais para o final da tarde o movimento diminuiu e, como já tinha vendido tudo e cadastrado um monte de gente, começamos a desmontar o estande e ficamos livres para conversar um pouco mais com o pessoal.
No final do evento dá sempre uma sensação estranha... um pouco de alívio por ter acabado a maratona exaustiva de estar lá todos os dias das 9h às 22h. Mas também aquela vontade de ficar um pouco mais, conversar mais com o pessoal que a gente encontra de vez em quando e conhecer mais gente. Foram 6 dias, mas passaram voando.
Feita a desmontagem, passamos no hotel para deixar as coisas e voltamos mais uma vez no buffet de massas com a galera do Café Nanquim - Fábio, Felipe, Abel e o Rafael da MAD, que já se tornaram grandes amigos - pois eles ainda não conheciam o lugar. Comemos, bebemos e demos risada... foi muito bacana.
Depois que a galera foi embora, estávamos voltando ao hotel quando encontramos o pessoal do Quarto Mundo - Daniel Esteves, Will, Cadu, Mário Cau - e o Guilherme da Balão Editorial. Novamente bebemos e demos mais risadas. Foi um ótimo fechamento.
Voltamos pro hotel já eram 3 da manhã, mas eu fiz questão de encher a banheira e ficar de molho por um bom tempo relaxando... quase dormi ali mesmo... hehehe.
Nas fotos: o movimento inicial do estande, eu com a Júlia da organização, eu com o Denis Melo, pessoal da Café Nanquim e o Catitu, o detalhe na sobrancelha pintada da Márcia (no estande deles venderam até a sobrancelha dela, por isso ela teve que pintar), últimas fotos na Serraria e o final da noite.












domingo, 13 de novembro de 2011

FIQ: 4º Dia

Mano, vou te falar... hoje estou que é só o pó. Sábado foi o melhor dia e ao mesmo tempo o pior. Melhor, por ter sido o mais movimentado. E pior... por ter sido o mais movimentado. Hehehe. Desde manhã cedo, não paramos um minuto. O André já estava destruído de tanto fazer caricaturas. Era três horas da tarde e ele decidiu parar, não apenas pensando no próprio bem-estar, mas também para poder curtir um pouco o evento, coisa que ele ainda não tinha conseguido fazer. A Thaís nos ajudou no estande, algo que foi absolutamente necessário.
Minha esposa está quase sem voz de tanto fazer propaganda. Sério. Eu, no final do dia, já nem sentia minhas pernas de tanto ficar de pé.
Era gente entrando toda hora, querendo revista, querendo saber do site, querendo conversar. Não conseguia cadastrar mais ninguém no site de tanto movimento. E o mais legal é que nem precisávamos fazer propaganda das coisas, o povo já chegava com o dinheiro no balcão sabendo o que queria comprar.
O Chamado da Quimera, que supostamente teria o lançamento sábado, 15h, teve todas as edições esgotadas às 14:55h. Demais Quadrinhópole esgotaram, com exceção da #8. Esse foi um dos pontos bons. Um dos pontos ruins é que, no meio da correria toda, as prateleiras começaram a cair... percebemos que a montagem não foi feita de acordo e as prateleiras estão com uma "folga", não estando apropriadamente fixas nos calços. Aí, qualquer esbarrão traz tudo abaixo, coisa muito fácil de acontecer num movimento desses.
Somente lá para o final da tarde e início da noite é que o movimento diminuiu, o que agradeci para poder descansar um pouco e reencontrar velhos e novos amigos. Tivemos, por exemplo, a presença do grande Laudo, de Giorgio Calli, de Heitor Pitombo, que eu só conhecia de nome até então, e do velho amigão Catitu, que foi quem nos levou (eu e os camaradas da época) ao Mercado Municipal no FIQ passado. É claro que, acompanhando ele, estava a tradicional cachaça mineira e alguns petiscos. O cara é gente finíssima, até chopp comprou pro pessoal depois. O cara é foda.
Chegaram as 22 horas e o pessoal se mandou. Segundo as conversas, haviam duas opções: um Irish Pub onde a galera estava indo e um tal de Godofredo Bar que o Laudo estava chamando para tomar cerveja.
Como estávamos mais numas de agitar com o pessoal, deixamos as coisas no hotel (só eu e a Livia, já que o André e a Thaís iam para o buffet de massas de novo) e pegamos um táxi até o tal do Irish Pub. Chegamos lá e a galera mal havia chegado, havia apenas um pessoal do lado de fora decidindo o que fazer, visto que a entrada era 20 paus, sem consumação. Aí que percebi que o Daniel Esteves e o resto do pessoal iam demorar a chegar e resolvemos tentar o tal do Godofredo.
Peguei o celular e acessei o Google Maps pra descobrir onde era o tal do lugar. Foi-se mais uma grana de táxi para voltar para o centro e não achamos a porra do bar. Só depois que fui ver que o Google tinha trazido um outro resultado de Godofredo Bar que era no bairro Santa Teresa, mas aí já não valia a pena gastar mais ainda para chegar até lá sem nem ter certeza se o pessoal estaria. Foi o dinheiro mais mal gasto de todo o evento.
Acabamos ficando por ali e ainda deu tempo de reencontrar o André e a Thaís no La Greppia, onde terminamos a noite.
Nas fotos: eu e Giorgio Cali, o movimento do estande, fotos com o Catitu, da folga nas prateleiras e do fim da "noitada".

















 
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