quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O Fim do (Quarto) Mundo

Bem, em 2012, ao menos um mundo acabou: O Quarto Mundo, coletivo de quadrinistas independentes do qual ajudei a fundar e fiz parte durante 5 anos.
Cara, 5 anos. Parece que foi ontem o FIQ 2007 quando reunimos uma galera de quadrinistas dos mais diversos estados e fizemos algo que foi a sensação do momento. Algo que sozinhos, não teríamos conseguido: pegamos um ESTANDE só pra gente. Hoje isso não parece grande coisa. Mas acredite, foi. E modéstia à parte, nosso estande foi um dos mais movimentados de todo o evento.
Mas a verdade é que o QM começou muito antes disso. As iniciativas se movimentaram quando eu e o André Caliman - na época lançando a Quadrinhópole # 1 - encontramos o Cadu Simões - na época lançando a Garagem Hermética 1 - do lado de fora da Fest Comix 2006. Daí pra frente, todo evento de quadrinhos era um tal de artistas independentes chegando pra vender seu material e a gente juntava forças pra vender tudo junto.
O movimento estava crescendo e de repente pareceu uma boa ideia se conseguíssemos reunir TODOS os quadrinistas independentes do país. Cada um poderia ajudar como pudesse, trocaríamos edições ou teríamos pessoas responsáveis em cada cidade pra fazer uma distribuição. Poderíamos ter alguém responsável só pela divulgação das nossas revistas. E claro, continuaríamos nos ajudando mutuamente nos eventos. Não parecia uma boa ideia?
Pois é, mas o fato é que a realidade nunca é como a gente espera na teoria. E mesmo assim, o grupo durou bastante. Participou de uma infinidade de eventos, ganhou prêmios e ajudou a projetar artistas que hoje são reconhecidos nacionalmente. No fim, o saldo com certeza foi positivo.
Mas o foda é que o trabalho sempre acaba ficando nas mãos de poucos e chega uma hora que os "poucos" fiquem de saco cheio. E tenham também seus projetos pessoais para cuidar. Nada mais natural. Na matéria feita pelo Paulo Ramos no blog dos quadrinhos, a situação toda fica bem evidente.
Mas o clima não é de tristeza e sim de alegria. Alegria por tudo que o Quarto Mundo construiu, todas as amizades que fora forjadas e às parcerias que continuarão, independente da existência de um coletivo. Poderia ter sido mais? Poderia. Mas fomos até onde deu. E tudo isso foi motivo para comemorar. Por isso,  deixo vocês com algumas fotos da festa, cortesia do Impulso HQ!








quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Assassin's Creed III

O que falar de um dos jogos mais aguardados do ano? Um jogo que prometia batalhas épicas na revolução americana. Que prometia encerrar a história de Desmond Miles em grande estilo. Sendo bem seco e direto: decepção.
É com muito pesar que digo isso, pois durante os cinco jogos da franquia para o xbox, me tornei fã da série, como vocês podem ver aqui. E é uma franquia foda. Os fatos históricos, as sequências de ação, a própria história de Desmond, tudo é muito bem construído. Para não falar nos gráficos, que só melhoraram a cada capítulo.
Mas este último, em especial, não convenceu. Você começa controlando o pai de Connor, nosso protagonista, o que fica claro logo nos primeiros minutos de jogo. Esse início é bem chato e não fica muito claro o objetivo do mesmo. Acho que foi só pra mostrar como a linhagem de Desmond foi parar nos Estados Unidos. A emoção fica por conta do final da sequência (spoiler a seguir), quando é reveleado que o personagem é, diferente do que acreditávamos, um Templário e não um Assassino. Como foi que isso aconteceu - ou seja, como alguém que pertencia a uma linhagem de assassinos virou a casaca - não fica claro em nenhum momento do jogo.
Mas ocorre que este homem se apaixona por uma indígena, o que dá origem ao assassino que mais tarde receberá o nome de Connor. Mas até aí vem uma looonga sequência dele ainda como criança e adolescente, que não leva muito a lugar algum. É importante para entender a trama e as motivações da personagem, mas sério, poderia ser resumido em algumas cinematics e pronto.
Ou seja, o jogo demora para engrenar e mesmo quando engrena, são poucas as sequências realmente empolgantes. Havia muito mais no II, no Brotherhood e até no Revelations. Mas dessa vez você parece que fica fazendo as mesmas missões que não levam muito a algum lugar. Sua participação nas batalhas da libertação da América são mínimas, o que é decepcionante, já que pelos trailers, esperava-se que você fosse tomar uma parte mais ativa na ação.
As grandes novidades se resumem a duas: a movimentação em cenários naturais, como árvores, penhascos, etc. - seja em meio à neve ou em estações mais quentes - e as batalhas de navios, que são BEM legais. Os confrontos com os inimigos também são interessantes, com Connor fazendo uso de sua machadinha, mas de resto, é uma ou outra sequência que lhe empolga. 
Para se ter uma ideia, não tem nenhum confronto no mesmo nível que o de César, no final de Brotherhood. Não há nenhum confronto épico com os inimigos nesse mesmo nível. Eles são, no geral, ou muito fáceis, ou muito chatos, como é o caso da sequência final, em que você tem que perseguir o vilão da história, Charles Lee, de quem estava atrás o jogo inteiro. E quando o alcança, o confronto se da em cinematic, ou seja, você só assiste e não faz mais nada. Tipo... "what the fuck, man?". 
Seria muito mais interessante se o vilão principal fosse o pai de Connor e se houvesse um confronto épico com ele no meio da batalha em 4 de Julho. Mas o jogo passa bem longe disso.
E a decepção maior fica ainda por conta de Desmond, que pra ser sincero, é o que mais me interessava. Achei legal que você até encontra um personagem chamado Daniel Cross - apresentado na hq "Assassin's Creed - A Queda", publicada essa ano pela Panini - um templário que fora infiltrado nos Assassinos e que acaba encontrando seu destino final nesse jogo.
Mas quando finalmente Desmond descobre como abrir a porta que precisava para encontrar o que quer que fosse para impedir a explosão do Sol... bem, basta dizer que o resultado não é nada do que você espera. Nada de grandes maquinações, nada de confrontos históricos, só mais falação e falação sem fim. Pra resumir a história - com mais um pouco de spoilers - ele se sacrifica para salvar o mundo.
Tá, mas e aí? Toda essa preparação para tornar Desmond um assassino só pra ele morrer no final? Sem confronto final com os Templários? Só isso e pronto? Tipo, de novo..."what the fuck, man?". 
Eu sei lá, talvez eu me empolgue um pouco mais com o jogo depois de jogar as missões secundárias e explorar um pouco mais a história, mas por enquanto, digo que fiquei bastante decepcionado. Brotherhood ainda é o melhor.
E sabe, acho uma puta viagem esse negócio de deuses, artefatos do Eden e tudo mais. Isso nem deveria existir na história, deveriam focar no confronto de Assassinos x Templários. No fim das contas, é isso que interessa. Pura e simplesmente.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Spider Jerusalem mode on

Nesse fim de semana fui almoçar num destes templos do mundo moderno, onde famílias quase felizes se entopem com qualquer coisa que venha de uma franquia de logos coloridas e bebem câncer líquido (vulgo coca-cola zero).
Ocorre que sempre esqueço de acessar a nota mental que fiz: "Não vá almoçar no shopping perto do horário de almoço". Só lembro quando já estou lá, uma vez mais vendo mesas lotadas e gente idiota como eu com a bandeja na mão procurando por um lugar para sentar, mas com medo de pedir ao estranho que tem 4 assentos livres em sua mesa que compartilhe um deles.
Mas o que me deixa REALMENTE PUTO é o comportamento de certas pessoas que acabaram sua saudável refeição diária: simplesmente saem da mesa e deixam suas bandejas para trás, como se elas fossem flutuar sozinhas até a lixeira mais próxima.
É claro que esse tipo de filha da puta nem te olha na cara, pois sabe que terá de encarar um olhar de reprovação. PUTA QUE O PARIU, o cara está vendo que tem um monte de gente procurando lugar pra sentar, custa pegar a PORRA da bandeja para liberar espaço pros outros? Mas não, a dondoca está acostumada a ser servida por todos os lados, tem os funcionários do shopping pra isso, afinal não é para esse tipo de coisa que são pagos?
Se esse é seu pensamento, deixa eu te dar a letra: NÃO VAI cair a sua mão se você pegar sua bandeijinha e levar até a lixeira. Assim, a próxima pessoa que for usar sua mesa não precisa se preocupar em limpar o SEU lixo. Não custa nada e você ainda faz uma simples ação que ajuda outra pessoa. Não é legal?
Ah, talvez agora seja o momento em que você diz "mas eu não encontrei minha mesa limpa, eu tive que limpar também". E aí eu te digo: dê o exemplo. Ou você vai contribuir pra que a bola de neve fique cada vez maior?
Tá louco, tem dias que dá vontade de pegar uma metralhadora e descarregar em tudo que você vê pela frente. Se vocês me amassem, se matariam hoje.

Spider Jerusalem mode off.

p.s. - talvez eu deva parar de ler Transmetropolitan...

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mais algumas fotos da Gibicon

E aqui vão mais algumas fotos, tiradas pelo fotógrafo Felipe Medeiros:


Entrevista pro pessoal da Universidade Positivo

Cumprimentando o Civitelli


Mostrando o álbum pra italianada.

Paixão.

Key Maguire.

César. Falei que o cara tinha trazido o berrante...

...que acabou fazendo sucesso.

Eu e o amigo Anderson Xavier, primeiro dia da feira.

Ricardo Manhães, Anderson, Fabrizio Andriani e eu.

Canário Negro, eu acho. But who cares?

Vampira Lésbica, eu, Canário e Natan.

Isa, nossa vizinha de estande.

Oficina de roteiro. Putz, minha letra é uma merda mesmo.

Quem vê pensa que estou falando algo importante.

Muito boa a turma. Espero que tenham curtido!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Como foi a Gibicon nº 1 - 25/10 a 28/10/12 - Curitiba

A edição passada da Gibicon, por ser uma edição de estréia, já foi muito boa. Havia alguns pontos a melhorar, claro, mas ainda assim, foi sensacional. E o evento deu um "up" muito maior em 2012, em todos os sentidos.
Bom, de cara, dando uma passada de olho na programação, você já percebe que o número de convidados triplicou. Dezenas de convidados internacionais e muitos, MUITOS convidados nacionais. Uma extensão programação de palestras, oficinas e debates e isso era só o começo.
As exposições estavam fantásticas, todas elas. Inclusive fiz o lançamento do Undeadman na abertura da exposição de Cartunistas Curitibanos no Jokers, no dia 23, como uma "Pré-Gibicon". Aliás, para quem era de Curitiba, a Gibicon começou até mais cedo, uma semana antes, quando teve a exposição de Quadrinhos Russos (outra que estava sensacional). Na ocasião tive a oportunidade de conhecer mais o Fabrizio Andriani, organizador do evento (José Aguiar, em 2012, passou "apenas" à curadoria) e o pessoal da produção, que foi feita pela Fuá Produções. No dia estavam presentes apenas Isadora e Luciana, mas no decorrer do evento fui conhecendo os outros protagonistas deste evento fantástico... Analice, Noah, Isabel, Guta... todos gente finíssima!
Mas enfim, o grande diferencial dessa vez foi, sem dúvida, os estandes. Da vez passada não foi possível a produção colocar estandes para aluguel no Memorial, o que ocasionou muitas reclamações, sobretudo dos artistas independentes. Mas desta vez estávamos lá, de forma que o evento caminha cada vez mais para se tornar algo do porte do FIQ.
Pelo que conversei com o pessoal dos outros estandes, a experiência foi bastante similar: quinta, por ser o primeiro dia e estar chovendo, foi o dia mais fraco de movimento, embora tenha rendido até razoavelmente bem. Sexta o movimento aumentou e sábado bombou de vez. O que foi engraçado, porque até às 17 horas (o memorial fechava as 18h) estava praticamente igual a sexta. Nessa última hora bombou um movimento incrível.
O mesmo aconteceu no domingo, que acabou se tornando o segundo melhor dia. Mas o que prejudicou muito foi o horário do Memorial, pois justo quando o pessoal sai do trabalho, por volta das 18 horas, estávamos fechando. Com certeza essa foi uma das maiores reclamações dos estandistas e um ponto a ser visto para a próxima edição.
Tirando nosso estande (que dividi com o André Caliman), participamos, como convidados, de várias coisas. O André deu uma oficina de desenhos, eu dei uma oficina de roteiros e participamos de um debate sobre os rumos do quadrinho curitibano, além de nossas respectivas sessões de autógrafos.
Claro, como não poderia deixar de ser, teve muita festa, cerveja com os amigos, revendo velhos parceiros e conhecendo novos... como um grande evento tem que ser! Foi tudo muito exaustivo. Pense que desde quarta-feira acordava cedo e ia dormir tarde todos os dias direto até domingo. A gente meio que faz isso todo dia pra ir trabalhar, mas num evento é diferente, é correria pra lá e pra cá a toda hora, aí sai de lá, vem pra casa, volta pra lá pra encontrar o pessoal, fica até altas horas e por aí vai. Na segunda eu estava destruído, mas valeu muito a pena.
E agora fiquem com algumas fotinhos!

Eu e César, uma figuraça. O cara tinha até um berrante que levou lá e começou a tocar.


Montagem do Estande
Estande montado.

Testeira.

Movimento

Autor e obra.

Estandes, pela ordem: Quadrinhópole, Vampira Lésbica, Dependentes, Petisco e Quadrinhos Independentes (que não aparece na foto)

Debate com Marcelo Oliveira (UCM Comics), eu, Yuri Al'Hanati (mediador), André Caliman, André Ducci e Pablo Meyer.

O tal do debate sobre quadrinhos curitibanos acabou virando um debate sobre mercado nacional...

Sessão de autógrafos com Gian Danton, que finalmente conheci pessoalmente. Gente boníssima!

André e a Vampira Lésbica.

Leonardo Melo

André Caliman
Essa dupla tem história...

Pessoal da produção. Todo mundo gente fina! Tão de parabéns!!!

E um último brinde...

Finale.

É claro, ainda há coisas a serem amadurecidas, mas é um processo evolutivo. No final a produção decidiu tornar a Gibicon bienal, o que faz muito sentido, assim não concorre com o FIQ, já que o festival de BH ocorre na mesma época do ano.
Parabéns novamente a todo mundo que tornou possível a realização do evento. E que venha a GIBICOPA de 2014!!!

p.s. - crédito das fotos pela Assessoria de Imprensa da Gibicon.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Odeio viver na Era do Politicamente Correto

Não me entendam mal. Acho que nossa Era tem muitas coisas legais. Internet. Games com gráficos fodões. Filmes bons (apesar da mania de hollywood de produzir clichês, reboots e refilmagens desnecessárias, mas essa é outra história). Boas obras artísticas. Tecnologia acessível. Bares bacanas pra sentar e conversar com os amigos. Liberação sexual. Progressos científicos. E por aí vai.
E claro que temos ainda muitos males, como corrupção, problemas ambientais, fome, etc. Mas se tem uma coisa que me deixa puto é essa mania de ser "politicamente correto". Isso simplesmente está acabando com toda diversão.
Essa charge do Quino publicada essa semana ilustra bem o momento pelo qual passamos. Foi-se o tempo em que víamos o Dedé chamando o Mussum de "Negão". Se fosse hoje, seria racismo. Foi-se o tempo em que víamos o Pica-Pau acendendo um charuto maior do que ele ou correndo atrás de uma gostosa. Hoje isso "influencia nossas crianças negativamente". Mas escutar funk com letras desrespeitosas à mulher e cheias de apologia ao sexo, tudo bem, né? Ver crianças cantando letras com "bunda" e "vou te pegar" e "cachorra", não tem problema, porque, claro, a indústria precisa vender e nada melhor do que as pessoas tomarem consciência de sua sexualidade cada vez mais cedo. E que se foda a inocência infantil.
Mas estou fugindo do assunto de novo. O que eu queria expressar é minha raiva quando vejo a Disney comprando os direitos da Marvel e tirando o charuto da mão do Wolverine, por exemplo. Porque descaracterizar o personagem, tudo bem, mas as crianças não podem ver que um adulto tem hábitos pouco saudáveis. E na boa, que criança que vai entender a cronologia dos X-Men hoje em dia?
Sinto falta do bom e velho humor negro como o dessa foto:

Mas não, hoje temos idiotas que vão assistir a TED e acham que o filme deveria ser proibido porque "traumatiza as crianças". É claro, porque filmes, games, RPG e todas as mídias da cultura pop influenciam facilmente qualquer um, levando QUALQUER PESSOA a, por exemplo, entrar armada num cinema e disparar contra todo mundo. Isso NÃO TEM absolutamente NADA A VER com o fato desse tipo de pessoa ter problemas mentais e nenhum discernimento e se deixar levar por qualquer desenho animado que tenha um coelho jogando dinamite num caçador.
Sério, as pessoas estão ficando cada vez mais idiotas. Ou mais cínicas, porque é preciso ser muito CEGO para não querer colocar a culpa dos atos dos indivíduos NOS PRÓPRIOS INDIVÍDUOS. É mais fácil culpar aquele filme violento, aquele game para adultos, aquele desenho animado politicamente incorreto.
O mundo está ficando mais chato, mas talvez seja eu. Culpa dos bons desenhos da minha infância.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Frases Clássicas dos filmes de James Bond

2012 é o ano do Bond. então, por que não comemorar seus 50 anos relembrando algumas das frases que se tornaram clássicas nos 20 primeiros filmes da franquia? Vamos lá?

- Dr. No:
"Bond. James Bond."

- From Russia with Love (Moscou contra 007):
"Ejectable seat? You're joking!" - Bond.
"I never joke about work, Double-0 Seven!" - Q.

- Goldfinger:
"Goldfinger, you expect me to talk?" - Bond.
"No, Mr. Bond, I expect you to die!". - Goldfinger.

- Thunderball (007 contra a Chantagem Atômica):
"SPECTRE is a dedicated fraternity whose strength lies in the absolute integrity of its members." - Blofeld.

- You only live twice (Com 007 só se vive duas vezes):
"That was stirred, not shaken?" - Bond.

- On Her Majesty Secret Service (007 a Serviço Secreto de sua Majestade):
"I bet this never happened with the other guy." - Bond.

- Diamonds Are Forever (Os Diamantes são Eternos):
"Refreshing to hear that there is one subject you're not an expert on!" - M.

- Live and Let Die (Viva e Deixe Morrer):
"What are you? Some kinda doomsday machine boy? Well WE got a cage strong enough to hold an animal like you here!" - Sheriff J.W. Pepper.

- The Man with the Golder Gun (007 contra o Homem com a Pistola de Ouro):
"A duel between titans... my golden gun against your Walther PPK." - Scaramanga.

- Spy who loved me (O Espião que me Amava):
"Which bullet has my name on it? The first or the last?" - Bond.

- Moonraker (007 contra o Foguete da Morte):
"Well, here's to us" - única fala de Jaws em seus dois filmes.

- For your eyes only (Somente para seus olhos):
"Oh, you want to get off?" - Bond, pouco antes de jogar Blofeld dentro da chaminé e acertar as contas com ele de uma vez por todas.

- Octopussy:
"Double-0 seven on an island populated exclusively by women? We won't see him till dawn!" - Q, em sua única missão em campo em toda a série.

- A View to a Kill (007 na Mira dos Assassinos):
"Somebody will take care of you." . - May Day.
"Oh, you'll see to that personally, won´t you?" - Bond.

- The Living Daylights (007 Marcado para a Morte):
"You've had your eight, now I have my eighty." - Brad Whitaker

- License to Kill (Permissão para Matar):
"Señor Bond, you got big cojones. You come here, to my place, without references, carrying a piece, throwing around a lot of money... but you should know something: nobody saw you come in, so nobody has to see you go out." - Sanchez.

- Goldeneye:
"Walther PPK, 7.65 millimeter. Only three men I know use such a gun. I believe I've killed two of them." - Valentin Dmitrovitch Zukovsky.

- Tomoroow Never Dies:
"The distance between insanity and genius is measured only by success" - Elliot Carver.

- The world is not Enough:
"I could have given you the world." - Elektra.
"The world is not enough." - Bond.
"Foolish sentiment." - Elektra.
"Family motto." - Bond.

- Die Another Day:
"My usual suite, please." - Bond.

Feliz aniversário, Bond!

DREDD


Ok, as comparações são inevitáveis, então vou começar com uma pergunta: Por que o filme do Stallone é tão ruim? Sério, eu gosto muito da história do filme: ela faz várias referências às HQs clássicas do personagem, vemos vários aspectos da ambientação no Universo do Juiz Dredd (diabos, até a Terra Amaldiçoada aparece no filme) e convenhamos, Stallone como Dredd está perfeito - ao menos até tirar o capacete. Temos a origem dele contada, bastante fiel às HQs, e a ideia de ele ser acusado injustamente é muito legal.
O que mata, na minha opinião, são alguns detalhes: o fato de aparecer o rosto do Stallone, as atuações (sobretudo a do vilão, caricato demais) e o pior de tudo: o personagem "cômico" de Rob Schneider que de engraçado não tem nada. Chega a ser ridículo.
Aliás, um adendo antes de falar do novo filme: acho que esse é o único caso de um jogo que foi adaptado do filme e ficou MELHOR do que o filme. Estou falando do jogo Judge Dredd para Mega Drive, que era MUITO legal e aproveitava a deixa do filme para colocar outros elementos das HQs, como os Juízes da Morte, inimigos mortais de Dredd nos quadrinhos.
Enfim, falando então do novo filme, curto e grosso: o filme é bom. Divertido, competente e bem fiel ao estilão das HQs. Logo no começo, parece que você está assistindo àqueles filmes de ação dos anos 80. Ah, que saudade! Hehehehe.
Só tenho ressalvas quanto a algumas coisas. Por exemplo, o ator me pareceu magrinho demais e, ao contrário do que alguns dizem, não achei sua voz convincente como Dredd. Mas isso passa. O que mais me incomodou foi o fato da história focar em apenas um prédio (ainda que um prédio de 200 andares) ao invés de explorar a ambientação que Mega City Um tinha a oferecer.
Mas tudo bem, o filme e bem despretensioso e violento, como um filme do Dredd deveria ser. E o fato de termos Anderson como parceira do Dredd deixa uma brecha para uma possível aparição do Juiz Death como um próximo antagonista. Embora, devido ao fracasso nas bilheterias, isso provavelmente não deve acontecer.
É uma pena... conheço pouco o personagem, devido às poucas HQs dele publicadas por aqui, mas ainda assim, sou fãzaço do Dredd. Suas histórias inspiraram toda uma geração de artistas e ele merecia uma franquia de sucesso no cinema.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

007 Legends: Última missão revelada

E não é que, conforme minha postagem anterior, eu acertei? Goldfinger!!!


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Breaking Bad - Temporada Final. Metade já foi, e agora?

Acabo de assistir ao oitavo episódio da quinta e última temporada de Breaking Bad. Agora a série só volta em Julho de 2013 para os oito episódios finais. É óbvio que, se você ainda não viu, melhor nem ler esse post.
Mas se você viu, deve estar tão ansioso quanto eu para a parte final desta que é, sem dúvida, a melhor série dramática da atualidade. Era bastante óbvio que eles iriam terminar com uma cena angustiante e não deu em outra. Hank finalmente descobre que Heisenberg, que ele vinha caçando há mais de 1 ano, é seu cunhado. Estava bem debaixo de seu nariz, debochando da cara dele, o tempo todo. E a pergunta que não quer calar agora é: o que vem agora?
Uma coisa que não me saiu da cabeça é aquela cena de abertura dessa temporada. E sabendo que o criador da série adora brincar com a narrativa desse jeito, colocando pequenos detalhes que parecem insignificantes na trama, mas que só depois você percebe a importância, eu acho que aquela cena é altamente relevante para o final da série.
Assista ela novamente e acompanhe comigo: ela fala MUITA coisa sobre o que se pode esperar. Primeiramente, é aniversário de Walter novamente, o que indica que se passou mais um ano desde que ele matou Gus Fring e assumiu seus negócios. Segundo, ele está barbudo e cabeludo, o que dá a entender que ele se curou do câncer. Porém, antes de sair do banheiro, ele toma remédios, o que deixa a dúvida: será que ele está plenamente curado?
Segundo: onde ele está? Ele usa uma identidade (falsa) de New Hampshire e a garçonete que lhe atende diz que ele está bem longe de casa. Ele afirma que são cerca de 30 horas de viagem. Bom, dê uma olhada no Google Maps e veja o tempo de viagem entre New Hampshire e Albuquerque, onde Walter mora. Dá pouco mais de 30 horas, ou seja: fica subentendido que ele ainda está em Albuquerque, ou nas redondezas.
E por fim, temos a "mercadoria" que ele compra: uma arma de grosso calibre e que lhe informa ao comprador que nunca deixará a cidade.
Aí vêm as perguntas: por que uma identidade falsa? Provavelmente, ele está fugindo: da polícia, dos bandidos (que com certeza não vão aceitar a "saída" dele do negócio) ou dos dois. E depois, para que ele quer aquela arma? Provavelmente, para atingir um alvo poderoso. Novamente: alguém da polícia (o próprio Hank?) ou um dos bandidos... a tal da Lydia ou o seu novo distribuidor de Phoenix.
Tem coisas que já não lhe surpreendem mais na série. Por exemplo, o fato dele ter ido encontrar Mike e ter dado cabo na vida dele, a essas alturas você já até espera por isso. Já me perdi na contagem de corpos que Walter teve que se livrar nessa sua louca empreitada. Ele se tornou um gênio do crime, totalmente sem escrúpulos. E se no começo ele fazia essas coisas por conta de sua família, nesse ponto o motivo já é outro. Eu não diria nem que é pelo dinheiro. É pelo próprio orgulho de Walter White, um professor de colégio fracassado que acabou se tornando um gângster de dar inveja a Don Corleone. Uma mudança radical, sem dúvida. Mas completamente plausível! Poderia acontecer com qualquer um!
Sim, tem coisas que já não nos surpreendem mais, apesar de não deixarem de ser impactantes. Mas honestamente, não sei o que esperar. Ele vai matar todo mundo e continuar no poder? Vai fugir? Vai morrer? Acho impossível de prever.
E será uma loooonga espera até Julho...

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Spoilers sobre Battlestar Galactica


Então, pequeno gafanhoto, quer dizer que você terminou de assistir Battlestar Galactica e não entendeu nada? Ou então, ficou putinho porque ainda tem pontas soltas no final da série? Calma, não precisa esbravejar. Vamos recapitular tudo do começo, sim? É claro que, como o título do post já diz, este texto é direcionado a quem já viu a série e gosta de discutir sobre.
Primeiramente, gostaria de dizer que Battlestar Galactica é uma das melhores séries de ficção científica que já existiu. Acho que a única que rivaliza é Fringe, mas desta, não podemos ainda tecer uma comparação justa, porque ainda não terminou.
E ela é boa por vários motivos, mas um dos quais é justamente por deixar margem para interpretações dos fãs. E ISSO é muito legal. Agora, se você não gosta de pensar muito porque dói sua cabecinha, vai assistir Avatar, ou Titanic, ou quem sabe Crepúsculo e Harry Potter?
Agora que já espantamos os preguiçosos mentais, podemos prosseguir com nossa recapitulação da série. Mas tentemos enxergar as coisas acontecendo com o que já sabemos que nos é revelado até o final. Sabemos que existia um planeta chamado Kobol, numa galáxia bem distante da nossa, onde se originaram os (primeiros?) seres humanos. Também sabemos que estes seres humanos criaram cylons neste planeta, alguns deles, inclusive, com aparência humana.
Por algum motivo - provavelmente uma guerra entre humanos e cylons - eles tiveram que deixar o planeta, sendo que 12 tribos deram origem às 12 colônias onde se estabeleceram a raça humana. A 13ª tribo, a tribo cylon, tomou outro rumo e foi parar em outro planeta, que eles chamaram de Terra (mas não a nossa Terra).
Não fica claro, mas subentende-se que alguns humanos seguiram os cylons neste planeta e lá provocaram um holocausto nuclear. Apenas 5 sobreviveram: Ellen Tigh, Saul Tigh, Galen Tyrol, Samuel Anders e Tory Foster. Estes cinco cylons eram cientistas que criaram o projeto de ressurreição para que sua raça não perecesse, uma vez que para eles era impossível a reprodução. Foi assim que eles sobreviveram.
Enquanto isso, porém, a vida se desenvolveu nas outras colônias e o ciclo se repetiu depois de alguns milhares de anos. Sem memórias sobre seu antepassados de Kobol, a raça humana nas 12 colônias criou seus próprios modelos cylons. Não demorou para que os cylons se rebelassem contra seus senhores e a guerra eclodiu.
Tal guerra terminou repentinamente depois de anos. O que os humanos não sabiam na época é que ela terminou porque os 5 cylons remanescentes do Planeta Terra voltaram à colônia e ordenaram que eles parassem de atacar os humanos. Em troca, eles lhes dariam a ressurreição. Foi uma tentativa de quebrar o ciclo de morte e destruição que havia começado em Kobol (e talvez muito antes disso...?).
Assim, os 5 criaram outros 8 modelos cylons, originais assim os 13 modelos. São eles:

- Número Um: Irmão Cavil (depois é revelado que seu nome verdadeiro é John). Este modelo em particular odeia o fato de ter sido feito à imagem de um ser humano e tem orgulho de ser uma máquina. Este fato criou discórdia entre ele e seus criadores, o que o levou a capturá-los, apagar-lhes a memória e enviá-los às colônias, na esperança que eles "aprendessem a lição". Não fica claro, porém, como Número Um conseguiu esconder a identidade destes 5 dos outros modelos cylons. Foi ele, também, que planejou o novo ataque às 12 colônias, onde se inicia a série.

- Número Dois: Leoben Conoy. Este modelo fora programado por "Deus" para guiar Kara Trace (Starbuck) em seu destino. Por vezes, sua insistência nesta programação o levou a encontros não muito amigáveis com Kara.

- Número Três: D'Anna Biers. A princípio uma mera repórter infiltrada na Galactica, ela logo se tornou obcecada em descobrir a identidade dos 5 finais, fato que a levou a ser "encaixotada" pelo Número Um, para que ele protegesse seu plano.

- Número Quatro: Simon. Um médico que desenvolvia pesquisas com úteros humanos com o intuito de desenvolver a reprodução da raça cylon.

- Número Cinco: Aaron Doral. Outro repórter que infiltrou-se na Galactica, mas não por muito tempo. Também foi responsável por uma explosão a bordo da nave, mas não teve lá grande relevância durante a série.

- Número Seis: (teve muitos nomes e formas no decorrer da série, mas o que mais "pegou" foi o apelido de "Caprica Six"). Mulher de muitas facetas, mas foi uma das escolhidas por "Deus" para cumprir seu plano.

- Número Sete: Daniel. É dito que o modelo acabou sendo descontinuado. Porém, fica subentendido que ele é, na verdade, o "Deus" que estava manipulando tudo desde o começo, com o intuito de finalmente conseguir quebrar o ciclo de morte e destruição ao qual estavam expostos os cylons e os humanos. Também fica subentendido que ele era, na verdade, o pai de Kara. 
Nota: na numerologia, é dito que 7 é o "Número de Deus."

- Número Oito: Sharon Valeri. O modelo mais enigmático da série no sentido psicológico, pois ora ela tem medo de ser cylon, depois fica com raiva quando descobre, depois aceita, depois volta para o lado dos humanos e por aí vai. Um destes modelos, contudo (Athena) acaba se tornando a mãe no primeiro cruzamento bem-sucedido entre uma cylon e um humano (Helo), à qual dão o nome de Hera.

O plano de Número Um era o de empreender um ataque pesado às colônias e dizimar a raça humana. Ele não contava, entretanto, que uma pequena frota de civis sobreviveria, liderada pela Battelstar Galactica. Cerca de 50 mil seres humanos sobrevivem para buscar um novo lar e então, Um e os outros tentam empreender uma "limpeza" afim de acabar com eles de uma vez.
As duas primeiras temporadas são, praticamente, tentativas fracassadas de Um empreender seu plano, até que Seis, Oito e Três têm uma "iluminação" e convencem os outros a pararem de perseguir os humanos. Eles deixam as colônias (o que não adianta de nada, já que estão inabitáveis devido à guerra atômica) e decidem procurar um novo lar. Até este ponto, conhece-se as identidades de todos os oito modelos criados pelos cinco originais (exceto Sete, Daniel).
Também é neste ponto que Gaius Baltar, o cientista que (mesmo sem saber) colaborara com Caprica Six no holocausto da raça humana, assume a presidência e decide estabelecer assento permanente num planeta recém descoberto, ao qual batizam de Nova Caprica. Mas não demora para que os cylons encontrem o planeta. Com a nova política em mente, contudo, ao invés de exterminar todo mundo facilmente, eles decidem "cooperar" e estabelecem uma ditadura.
Ironicamente, o Cel. Tigh, Sam Anders e o Chefe Tyrol, ainda sem saber que são cylons, organizam a resistência humana no planeta. É a terceira temporada em vigor. Logo, Adama retorna com a Galactica para resgatar os humanos do planeta e continuar a jornada ao planeta Terra.
Interessante notar, contudo, as pistas deixadas que os levam em direção à Terra - tanto os humanos quanto os cylons. Pistas que provêm dos manuscritos sagrados, que falam do líder morimbundo que levará os humanos ao planeta da 13ª colônia (a presidente) e que os levam a Kobol, a descobrir o Templo dos Cinco no Planeta das Algas e à Nebulosa no final da terceira temporada.
Se isso faz parte do plano de Daniel, fica a pergunta: como ele sabia dessas coisas? E como as escrituras descrevem tudo isso? É claro que os Cinco, quando deixaram Kobol, possivelmente tinham um diário de bordo no qual anotavam suas passagens, mas porque AQUELES cinco, especificamente, ergueram o templo? E como se poderia saber que a humanidade teria um líder morimbundo no futuro para fazê-los seguir estas pistas? Perguntas que ficam no ar.
Continuando nossa jornada, temos provavelmente o fato mais polêmico de toda a série: a morte de Kara Trace, que retorna alguns episódios depois, quando a frota e os cylons se reencontram na Nebulosa. Depois disso, é dito várias vezes que Kara é o precursor da morte, que levará a raça humana à extinção.
É também na nebulosa que é revelada a identidade de 4 dos 5 finais. Algum tempo depois, também é revelada a identidade de Ellen. Agora, um fato curioso, que prova a teoria de que Daniel é quem estava por trás de tudo: os 4 são ativados por uma música que estava programada em suas mentes. Música esta que - mais tarde é revelado - fora composta por Daniel.
Novamente: não fica claro COMO Daniel conseguiu "programar" seus criadores com essa música e muito menos Hera, a híbrida humana e cylon, que dá a partitura da música para Kara. E o mais foda ainda é: COMO diabos ele sabia que, convertendo as notas em números, daria as EXATAS coordenadas de um planeta habitável? Quando você para pra pensar, é até um pouco forçado. Mas tudo bem.
Os 5 cylons foram ativados na hora exata para descobrir a localização da Terra. Outra cortesia de Daniel. O que ele provavelmente fez foi levar Kara à Terra propositadamente e lhe dar um novo jato, que captaria o sinal do jato antigo vindo da Terra, quando fosse conveniente. É claro que a Kara que retornou à frota na nebulosa não era exatamente a mesma, mas um "Anjo". Assim como Caprica Six vista por Baltar e o Baltar visto por Caprica Six eram "Anjos".
Pensando desta forma, tudo nos leva a crer que Daniel desenvolveu algum tipo de tecnologia que o permite enviar "sinais" à mente de pessoas como ele bem entende. "Sinais" que podem ser imagens de pessoas (Baltar e Six), músicas (como a que ativou os 5 finais) ou outras coisas (como a imagem das partituras em Hera, ou a imagem da nebulosa na cabeça de Kara). Ele próprio usou esta tecnologia no episódio em que conversa com Kara no piano, para ajudá-la a lembrar da música.
Se isso é verdade, porém, como é possível que Kara seja produto desta tecnologia se, depois que ela "volta da morte" consegue interagir com todas as outras pessoas? Tocá-las, comer comida, beber bebidas, ficar bêbada, beijar, transar? Poder-se-ia dizer, talvez, que Kara fosse um caso à parte e que, ao invés de projetar a imagem de Kara num indivíduo específico (como é o caso Baltar/Six), ele a projetou em TODOS os indivíduos? Mas creio que isso seria forçar um pouco a barra e nem a própria Kara tinha consciência do que ela era.
Questionamentos à parte, chegamos num ponto em que explode a guerra civil entre os cylons. Dois, Três, Seis e Oito de um lado. Um, Quatro, Cinco e Boomer (a única  Oito contrária) do outro. Em cooperação mútua, os cylons renegados e os humanos conseguem chegar ao Planeta Terra, encontrando-o destruído, e descobrem toda a verdade: a décima-terceira tribo era cylon.
Mais tarde, as memórias de Sam voltam e ele conta boa parte do resto. Um pouco depois, Hera é sequestrada, o que obriga Adama a uma desesperada tentativa de resgate, o que os leva ao confronto final com Número Um e os cylons remanescentes. Como eles tiveram sucesso em destruir a ressurreição cylon semanas antes, é seguro dizer que eles destruíram todos os cylons remanescentes, exceto aqueles que se encontravam ainda a bordo da frota humana.
Finalmente, Kara coloca na Galactica as coordenadas que os levam ao novo Planeta Terra. Lá, chegam os últimos sobreviventes humanos e alguns poucos cylons. Já existem alguns seres humanos lá, com o qual é possível que eles procriem. O cruzamento, porém, dará origem a uma nova espécie (nós), por isso, o planeta Terra é o destino final da raça humana (das 12 colônias). E é por isso que se dizia que Kara levaria a raça humana ao seu fim.
Também é por isso que Baltar e Six estavam incumbidos de proteger Hera, a primeira desta nova raça. Aparentemente, todos os conselhos que Caprica dava a Baltar tinham por finalidade que ele seguisse o plano de Daniel.
Ok, certo, algumas coisas não se encaixam? Concorda? Discorda? Manda bala nos comentários! E se quiser saber mais sobre a série, aqui não mais alguns links interessantes:





segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Undeadman: Vol 1 - Prévia da Capa

Curtam aí uma prévia da capa do primeiro volume do Undeadman Vol. 1: Idade Média, que será lançado durante a Gibicon!


Foi feita pelo pessoal do Sputnik Studio, aqui de Curitiba (clique para ampliar).
Muito foda, né?

007 Legends: Trailer

E saiu mais um trailer do novo jogo do Bond:




E, do que eu já havia previsto na minha postagem anterior, parece que acertei quase todos! Hehehehe. Vamos ver:

- Moonraker: errei;
- On her Majesty´s Secret Service: acertei;
- License to Kill: acertei;
- Die Another Day: acertei;

Sabe-se que uma delas será relacionada com o novo filme, Skyfall. Então, qual será a última? Goldfinger? Será? Será? Será?

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O novo Aranha: sobre o filme e o jogo


Quem me conhece sabe que eu já fui um vã ardoroso do herói aracnídeo. Sim, fui, pois depois de sucessivas reviravoltas do personagem que a Marvel insistia em fazer e não levavam a lugar algum (exceto ao desrespeito ao leitor), decidi parar. E parece que esse desrespeito não se limita mais apenas aos quadrinhos, mas ao cinema também.
Algumas perguntas que não querem calar sobre o filme:

1) O filme é ruim?
Não, o filme não é ruim. Não chega a ser um baita filme de super-heróis, mas se eu dissesse que o filme é ruim, estaria mentindo.

2) O tal do polêmico reboot, foi mesmo necessário?
De forma alguma. Poderiam ter mudado os atores, Peter poderia ter começado a namorar Gwen, poderia começar uma investigação sobre seus pais, poderia ter enfrentado o Lagarto (sendo que Curt Connors já havia aparecido na franquia anterior e nem precisaria de apresentação), tudo isso, sem ter que recontar pela zilionésima vez a história que todo mundo já sabe.

3) O filme é melhor que o do Sam Raimi?
Bem, as comparações são inevitáveis. Mas não dá pra dizer que um é melhor do que outro. Os filmes de Sam Raimi também têm seus defeitos. Todo mundo reclama mais do último (que eu não acho que seja ruim, também), mas convenhamos: que ideia era aquela do Duende Verde querer que o Aranha fosse seu aliado? Que motivações que ele tinha? E o Dr. Octopus? O experimento dá errado e ele decide refazê-lo, maior ainda, para detonar a cidade inteira? Cadê a lógica disso? E o terceiro falha em várias outras coisas, sendo que pra mim, o principal defeito foi ter tentado colocar Venom no filme, o que atropelou as coisas, mas tendo em vista o que já havia sido feito nos outros, estava ainda bem dentro do que se podia esperar.
E esse novo filme faz algumas coisas que Sam Raimi deveria ter feito: colocar Gwen como a namorada inicial de Peter, mostrar que Flash Thompson não é inteiramente o bacaca que todo mundo pensa e fazer uso dos famosos lançadores de teia. Aí sim, poderíamos ter a famosa cena da ponte onde Gwen morre (coisa que ainda pode acontecer num segundo ou terceiro filme da nova franquia).

Bem, eu já falei sobre como a franquia do Sam poderia ter continuado aqui. Sobre esta nova, apesar destes acertos, ela não traz nada de novo. Como já disse, o reboot foi desnecessário. A história de Peter Parker em busca do mistério sobre seus pais é mais interessante do que a história do Aranha. Agora novamente, as motivações de Connors como o Lagarto são tão superficiais que você não consegue comprar a ideia de que ele é o vilão. E esse é só um dos problemas desse novo filme.
O que é aquele final com os operadores movimentando as gruas de cima dos prédios pra "deixar o caminho livre" pro Homem-Aranha? Ué, ele não consegue se balançar nos prédios mais? Ridículo, cena forçada só pra mostrar o cidadão comum tentando ajudar o herói.
E já que colocaram o Capitão Stacy na trama, poderiam ter postergado sua morte, oras. Apesar de que seria muito difícil ver um novo Dr. Octopus nessa franquia, destruindo uma chaminé cujos destroços cairiam em cima do bom e velho Capitão.
Conclusão: filme bom, que apresenta alguma diversão, mas completamente desnecessário. Deveriam, definitivamente, ter continuado a franquia anterior, sendo que ainda é tão recente e com tanta coisa a explorar.

Sobre o jogo, tiveram a decisão acertada de não fazer uma adaptação da história que se vê nas telas, mas uma continuação. E isso é a melhor coisa que se tem no jogo: a história, que nos permite ver novas origens de personagens antigos, como Rino, Iguana, Ratus, Escorpião, Gata Negra, Alistair Smythe e seus Esmaga-Aranhas. E tem até alguns novos, como o "Homem-Piranha" que você enfrenta já perto do final.
Outra coisa interessante é a possibilidade de recolher páginas de hqs. Depois que você recolhe uma certa quantidade, consegue desbloquear hqs clássicas para leitura. Mas não se anime muito... se você é mais um fã fanático como outrora eu fui, provavelmente já possui todas, pois se trata de histórias clássicas com as primeiras aparições de Rino, Lagarto, Escorpião e todos os outros que você enfrenta no jogo.
Agora vamos aos fatos: o jogo é tudo isso que andam falando, que rivaliza com Batman entre os melhores jogos de heróis? Nem de longe. Pra mim, o melhor jogo do Aranha continua sendo Shattered Dimensions. Por vários motivos, então vamos por partes.

Câmera. Certo, no geral, a crítica tem elogiado o fato da câmera ter ficado mais perto do Aranha, o que de fato é uma coisa legal... em alguns momentos, como em algumas cenas de ação, isso dá uma "emoção extra" na partida. Mas isso tem um custo, que é o de ter menor percepção do ambiente ao seu redor. E num jogo mundo aberto, isso não é legal.
Outro ponto é que em alguns momentos a câmera se movimenta sozinha, para chamar-lhe a atenção para alguma coisa ou apenas para centrar a tela quando você fica empoleirado, e isso atrapalha MUITO a jogabilidade. Também quando você usa o movimento direto para ir para uma parede, a câmera fica "presa" no ângulo de visão e não muda até que você se movimente. Ou quando você usa o "stealth attack" para pegar criminosos desprevenidos e enrolá-los em casulos de teia no teto (que, diga-se de passagem, não possui a variedade de estilos como o Homem-Aranha Noir de Shattered Dimensions possuía). Dependendo do cenário fica até confuso saber aonde você está, lembrando um pouco a câmera do Alien no game "Aliens vs Predador".
E por falar em referências a outros jogos, é bastante claro que eles beberam da fonte de Prototype para desenvolver algumas coisas. Por exemplo, a contagem crescente da população infectada, o movimento de correr sobre as paredes dos prédios e alguns desafios secundários, lembram muito esse outro game do Xbox.

Movimentação. Estragaram os comandos dos jogos anteriores. Sério. Em Shattered, era tudo muito simples e intuitivo. Em Edge of Time, isso diminuiu um pouco, mas em Amazing Spider-Man, isso foi pro espaço. A começar pelo "web-swing". Você agora tem que segurar o botão ao invés de apertá-lo a bel prazer e isso tira um pouco do controle que você tinha. Por exemplo, antes, se você ia numa direção e queria voltar, era só continuar segurando o botão que o Aranha não largava a teia e voltava por onde veio. Agora não, ele larga a teia sozinho e você é obrigado a dar a volta. Só que com esses movimentos de câmera esquisitos que eu comentei, isso às vezes não é tão simples assim e você tem que dar algumas voltas para chegar exatamente aonde quer.
Algo tão simples como o pulo, eles conseguiram complicar. Você só consegue pular alto em Manhattan. Em ambiente fechados, isso não acontece. Não entendo o porquê dessa limitação, sendo que um pulo mais alto seria de grande valia em alguns momentos. E você não consegue dar aquele "salto duplo" mais enquanto se balança em teias, o que ajudava bastante para corrigir as manobras em alguns casos.
Também, o "web-zip" foi substituído por um movimento em que primeiro você segura o "RB" para ter a visão em primeira pessoa e escolher algumas possibilidades de lugares aonde você pode ir. Ao soltar, o Aranha vai até esse lugar. Ou você simplesmente aperta RB e vai, mas aí, nem sempre ele vai aonde você pensa que ele vai.
Por exemplo, ao balançar-se pela cidade, você pode estar passando sobre uma página de HQ, o que faz surgir um alerta na tela para você apertar RB e ir direto pra ela, por mais que você não tenha visto. Só que se você errar o tempo, nem que seja numa fração de segundo, vai parar em outro lugar. Isso irrita de um jeito que você não tem noção.
Também o sentido de aranha, bastante útil em Shattered para ver a posição de inimigos e outras coisas, foi abolido aqui. Substituído apenas pelo botão "Dodge" (Y), com o intuito de imitar a movimentação do Batman. E vou te dizer, isso é a coisa que mais me irritou nesse jogo. Vocês provaelmente lerão em outras resenhas que o fato de imitar a movimentação de combate dos jogos do Batman foi um acerto. NÃO FOI. O HOMEM-ARANHA NÃO É O BATMAN, ELE NÃO PRECISA SE MOVIMENTAR ASSIM!!!!
Quando eu vi isso, bufei de raiva. Uma das minhas maiores reclamações nos jogos do Batman era justamente essa movimentação de combate, pois às vezes você aperta a porra do botão Y e ele não responde a tempo. E isso se refletiu no novo jogo do Aranha. Não só nisso, mas também em seus golpes... enquanto ele não atinge e contagem certa de hits, ele fica dando soquinho, um por um, com uma lerdezzzzza que dá MUITA raiva. E diferente dos jogos do Batman, não há lá grande variedade de outros golpes que você pode usar nos combos.
Em Shattered era tudo muito fácil e intuitivo: segurava um botão e você entrava no modo defensivo, permitindo que o ágil Homem-Aranha se desviasse de socos, facas e até de balas. Aqui, se um inimigo está armado, você é obrigado a fugir! Absurdo!
E ai de você se não fugir a tempo, ou se não apertar o Y a tempo quando o sentido de aranha disparar. A barra de energia que tínhamos antes foi substituída pelo modo "Call of Duty" de medir se você vive ou morre. A tela vai ficando vermelha e você tem que fugir e ficar quieto para se recuperar. Nunca gostei desse modo nos jogos, mas aqui está ainda pior: basta meia dúzia de socos e você morre. Você é o Homem-Aranha, pelo amor de Deus! Isso não faz sentido nenhum!
Nos dois últimos jogos tínhamos o Aranha como ele é: ágil, forte. Você desferia os mais diversos golpes, você resistia a ferimentos. Agora temos um pseudo-herói que mal consegue brigar com capangas e que morre por qualquer coisinha.
Missões secundárias. Se tinha uma coisa que irritava nos jogos que adaptavam os filmes do Sam Raimi eram as missões secundárias, extremamente repetitivas, as quais você era obrigado a realizar até para prosseguir no jogo. Aqui até houve uma melhora nesse sentido, pois você não é OBRIGADO a realizar nenhuma missão secundária, mas é ALTAMENTE RECOMENDÁVEL, uma vez que elas são convertidas em pontos de XP que lhe permitem dar upgrades no Aranha. Apesar de que a maioria dos upgrades, verdade seja dita, não serve pra porcaria nenhuma. É só um ou outro golpe a mais e um pouco mais de resistência (mas não muito). E algumas missões secundárias são bem legais até, mas, de novo: repetitivas demais. Enche o saco.

Mas para não falarem que só meti o pau, tem uma coisa MUITO bacana nesse jogo, que não se via desde o saudoso Spiderman vs Kingpin, do Mega Drive: a possibilidade de tirar fotos! Você pode tanto tirar fotos à esmo do que bem entender quanto participar de missões secundárias cujo objetivo é realmente tirar fotos jornalísticas para montar matérias de jornal. Algumas são meio complicadinhas de você entender O QUÊ precisa ser fotografado e COMO focalizar, mas ainda assim, é bem divertido.

Enfim, de qualquer forma, apesar da história valer a pena, minha opinião sobre esse jogo é igual à do filme: extremamente desnecessário. Se esse é o seu primeiro jogo do Aranha, você provavelmente vai gostar de jogá-lo. Mas se comparado com versões anteriores, especialmente as duas últimas, você entende que este poderia ter sido BEM melhor.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

San Diego Comic Con: As Cosplays!

Ahá, acharam que eu só ia falar das fotos que tirei das cosplays e não ia postar nada aqui, não é? Essa seleção foi feita especialmente para os - como dizem nossos amigos do MDM - nerds punheteiros de plantão. Então, sem mais delongas, vamos ao Top 20 das Cosplays da Comic Con!



20 - Japonesa.


19 - A barba dela estragou a fantasia, não concordam?


18 - Garota do estande do Back to the Future.


17 - Hera Venenosa.


16 - Mulher Maravilha.


15 - Punish me with the force, baby.


14 - Essa não sei, estava promovendo algo em algum estande.


13 - Princesa whatever the fuck.


12 - Espectral.


11 - Battlestar Galactica.


10 - Do game Lollipop Chainsaw.


9 - Promoters de alguma coisa. Who cares?


8 - Outra promoter. Essa fazia sucesso.


7 - Chapeuzinho. Quando passou na frente de um bar, a galera foi ao delírio.


6 - Mais promoters de alguma coisa. Alguma produtora de filmes pornô, possivelmente.


5 - Rainha Branca?


4 - Outra Hera Venenosa. Essa era venenosa MESMO, hein?


3 - Viúva Negra.


2 - O que seria da Comic Con sem as Poderosas?


1 - E a posição 1 vai para uma que não era nem cosplay, mas a modelo contratada pela Allegory Media, empresa de nosso parceiro Adam. Que colírio, não? Adam, você é o cara!


 
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