sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Como foi a Gibicon nº 1 - 25/10 a 28/10/12 - Curitiba

A edição passada da Gibicon, por ser uma edição de estréia, já foi muito boa. Havia alguns pontos a melhorar, claro, mas ainda assim, foi sensacional. E o evento deu um "up" muito maior em 2012, em todos os sentidos.
Bom, de cara, dando uma passada de olho na programação, você já percebe que o número de convidados triplicou. Dezenas de convidados internacionais e muitos, MUITOS convidados nacionais. Uma extensão programação de palestras, oficinas e debates e isso era só o começo.
As exposições estavam fantásticas, todas elas. Inclusive fiz o lançamento do Undeadman na abertura da exposição de Cartunistas Curitibanos no Jokers, no dia 23, como uma "Pré-Gibicon". Aliás, para quem era de Curitiba, a Gibicon começou até mais cedo, uma semana antes, quando teve a exposição de Quadrinhos Russos (outra que estava sensacional). Na ocasião tive a oportunidade de conhecer mais o Fabrizio Andriani, organizador do evento (José Aguiar, em 2012, passou "apenas" à curadoria) e o pessoal da produção, que foi feita pela Fuá Produções. No dia estavam presentes apenas Isadora e Luciana, mas no decorrer do evento fui conhecendo os outros protagonistas deste evento fantástico... Analice, Noah, Isabel, Guta... todos gente finíssima!
Mas enfim, o grande diferencial dessa vez foi, sem dúvida, os estandes. Da vez passada não foi possível a produção colocar estandes para aluguel no Memorial, o que ocasionou muitas reclamações, sobretudo dos artistas independentes. Mas desta vez estávamos lá, de forma que o evento caminha cada vez mais para se tornar algo do porte do FIQ.
Pelo que conversei com o pessoal dos outros estandes, a experiência foi bastante similar: quinta, por ser o primeiro dia e estar chovendo, foi o dia mais fraco de movimento, embora tenha rendido até razoavelmente bem. Sexta o movimento aumentou e sábado bombou de vez. O que foi engraçado, porque até às 17 horas (o memorial fechava as 18h) estava praticamente igual a sexta. Nessa última hora bombou um movimento incrível.
O mesmo aconteceu no domingo, que acabou se tornando o segundo melhor dia. Mas o que prejudicou muito foi o horário do Memorial, pois justo quando o pessoal sai do trabalho, por volta das 18 horas, estávamos fechando. Com certeza essa foi uma das maiores reclamações dos estandistas e um ponto a ser visto para a próxima edição.
Tirando nosso estande (que dividi com o André Caliman), participamos, como convidados, de várias coisas. O André deu uma oficina de desenhos, eu dei uma oficina de roteiros e participamos de um debate sobre os rumos do quadrinho curitibano, além de nossas respectivas sessões de autógrafos.
Claro, como não poderia deixar de ser, teve muita festa, cerveja com os amigos, revendo velhos parceiros e conhecendo novos... como um grande evento tem que ser! Foi tudo muito exaustivo. Pense que desde quarta-feira acordava cedo e ia dormir tarde todos os dias direto até domingo. A gente meio que faz isso todo dia pra ir trabalhar, mas num evento é diferente, é correria pra lá e pra cá a toda hora, aí sai de lá, vem pra casa, volta pra lá pra encontrar o pessoal, fica até altas horas e por aí vai. Na segunda eu estava destruído, mas valeu muito a pena.
E agora fiquem com algumas fotinhos!

Eu e César, uma figuraça. O cara tinha até um berrante que levou lá e começou a tocar.


Montagem do Estande
Estande montado.

Testeira.

Movimento

Autor e obra.

Estandes, pela ordem: Quadrinhópole, Vampira Lésbica, Dependentes, Petisco e Quadrinhos Independentes (que não aparece na foto)

Debate com Marcelo Oliveira (UCM Comics), eu, Yuri Al'Hanati (mediador), André Caliman, André Ducci e Pablo Meyer.

O tal do debate sobre quadrinhos curitibanos acabou virando um debate sobre mercado nacional...

Sessão de autógrafos com Gian Danton, que finalmente conheci pessoalmente. Gente boníssima!

André e a Vampira Lésbica.

Leonardo Melo

André Caliman
Essa dupla tem história...

Pessoal da produção. Todo mundo gente fina! Tão de parabéns!!!

E um último brinde...

Finale.

É claro, ainda há coisas a serem amadurecidas, mas é um processo evolutivo. No final a produção decidiu tornar a Gibicon bienal, o que faz muito sentido, assim não concorre com o FIQ, já que o festival de BH ocorre na mesma época do ano.
Parabéns novamente a todo mundo que tornou possível a realização do evento. E que venha a GIBICOPA de 2014!!!

p.s. - crédito das fotos pela Assessoria de Imprensa da Gibicon.

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